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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Qual nota você daria à sua escuta?



Olá!


É com os sentidos que nos conectamos com o mundo exterior. E é através dos sentidos que completamos nossa conexão com as pessoas. Acredito que os sentidos são como antenas que nos permitem dar sinais de vida, recebê-los de volta e interpretá-los.


Exercendo minha gratidão em poder utilizar plenamente os sentidos e poder perceber a importância destes em minha vida, debrucei-me a pesquisar sobre a "Escuta" e pude descobrir, que é através dela, que a sensibilidade invade nossos corações. A escuta verdadeira permite-nos sentir o mundo e as pessoas. 

Ao realizarmos uma dedicada e gentil escuta, podemos estabelecer vínculos, ligar alma e corações, fazer vibrar o senso de pertencimento, de ser parte integrante do todo.

Acontece é que esquecemos disso e passamos a falar muito mais do que escutar. Nosso ego, numa tentativa imatura deseja continuar mantendo a sensação de pertencimento, como se fosse uma droga que entorpece e vicia e, faz com que queiramos ser ouvidos por muito mais tempo do que merecemos. E isso, acaba reduzindo a oportunidade do outro em ter o seu momento de expressão. 

Quem fala mais do que escuta, rouba tempo e conexão de vida do outro!

Ao permitirmos a escuta plena, colocamos o outro na cena da vida. Damos a outra pessoa a oportunidade de conectar-se e de sentir-se parte da energia que é compartilhada.

Escutar é um verbo muito interessante, pois também pode ser uma metáfora do sentir. Lembre-se de que muitos tem ouvidos perfeitos mas não escutam. E como dizia o mestre Rubem Alves: 

"É na escuta que o amor começa, 
e é na não escuta que ele termina"

Pense nisso, assista atentamente o breve vídeo abaixo e avalie qual nota você daria à sua escuta. Será que é grato por escutar? Lembre-se de que nem sempre escutamos somente com os ouvidos.

No meu livro "O Poder da Escutatória", você encontrará algumas reflexões interessantes sobre como pais, gestores, professores e colegas podemos utilizar a energia da escuta como criadora de laços genuínos e duradouros.



Forte abraço!




Compre o Livro O Poder da Escutatória em: http://www.livrariacultura.com.br/p/o-poder-da-escutatoria-46287756

sábado, 21 de agosto de 2010

As pessoas precisam usar o conhecimento

Olá!

Segundo conceitos sobre competências, esta pode ser definida como o conjunto dos Conhecimentos, Habilidades e Atitudes de um indivíduo.
Neste momento, gostaria de destacar algumas reflexões acerca da "Atitude".
Podemos dizer que é a ação, que é o "colocar em prática", que é agir com foco em solucionar e trazer à tona os resultados esperados. E é justamente neste vértice que o grande desafio à gestão se apresenta, pois a atitude é totalmente do indivíduo, e, desta forma, para cada pessoa, podem existir distintos modus operandi, ou seja, cada pessoa pode agir de uma forma diferente, quando falamos em atitude.

Aqui quero me atrever a caracterizar alguns tipos de profissionais:

Ostra: é aquele ou aquela age de forma insegura e, bloqueia a troca de conhecimentos. Os "ostras" costumam pronunciar frases como, "se eu ensinar tudo o que eu sei, irei criar cobra para me morder...". Pessoas com este tipo de atitude, fazem com que o compartilhar seja visto de forma negativa e como um problema, assim se fecham e, somente focam em abrir quando querem.

João-bobo: Estes agem de forma enigmática. Não têm posição definida. Quando ao mesmo tempo que até ouvem com alguma atenção, demonstram algum interesse, tentam mostrar alguma compreensão e uma tímida troca, mas ao serem confrontadas e instigadas a participar da construção de soluções, ficam em silêncio e pouco interagem. São aquelas que você encontrará nas reuniões e não se posicionam acerca de assuntos mesmo sabendo que poderiam ajudar com alguma sugestão pois tem certa experiência no assunto. Ficam de um lado querendo aprender, e voltam para o outro, sem participar.

Zorro: O zorro é um personagem interssante: mascarado, somente aparece quando tem um problema, luta sozinho... Este é um característico no mundo corporativo: quando aparece um problema, ele "saca sua espada", e quer resolver tudo sozinho, não compartilha, não ensina nada a ninguém. Geralmente estes atores ficam sozinhos no final do expediente, pois acumularam tanta coisa a terminar, que pouco tempo têm para si próprios, para suas famílias.

Formiga: Um fato interessante sobre as formigas é o de que sempre que estão à caminho de algum lugar, alimento, etc. deixam um "rastro" de feromônios, uma espécie de odor, que as outras da familia conseguem sentir e seguir. Talvez devessemos ter algumas atitudes de formiga:
  • Agir coletivamente;
  • Acumular reservas para situações extremas;
  • Deixar seus rastros para que outras aprendam onde está o "alimento";
  • Insistir sempre e buscar o objetivo;
  • Respeitar e honrar sua função com dedicação e visão de proteger a colônia.
Atitude pode ser a de incentivar alguém a voltar a estudar, a de indignar-se e agir ao ver que pode ajudar a corrigir erros que possam estar acontecendo ao seu redor, é cuidar para que o que você acredita, continue sendo sua razão de viver.

Abraços.