domingo, 27 de novembro de 2011

Dicas Simples - Procurando trabalho

Olá!

Nesta série de posts, chamei de "Dicas simples", onde o objetivo é listar pequenas, mas importantes dicas para os habitantes do mundo do trabalho.

Certa vez, encontrei um ditado interessante: "Muito bom aprender com os próprios erros, mas muito mais barato, aprender com os erros dos outros". Assim, hoje, relacionei dicas sobre: "procurando trabalho", baseadas em entrevistas e conversas que tive com candidatos a vagas, que conheci.

Então, vamos lá:


  1. Tenha seu objetivo: lembre-se, para quem não sabe qual seu destino, qualquer caminho serve. Sem objetivo claro, fica difícil tanto para quem oferece a vaga como para você, decidir se é o trabalho ideal para você.
  2. Seja otimista: se você ainda está procurando trabalho, lembre-se: o não você já tem, então, tente! Desistir sem tentar é a pior das decisões.
  3. Conte sua história: aprenda a honrar sua história de vida: quem é sua família? De onde você veio? O que te moldou? Onde estudou, se estudou?... Creio que quem não valoriza a própria história, vai ter uma grande dificuldade de construir uma história na empresa.
  4. Valorize suas escolhas: todo o resultado que você é ou tem hoje, é fruto de suas escolhas. Não as julgue, apenas aprenda com elas. São escolhas que você teve que fazer no passado e que te trouxeram até aqui.
  5. Procure trabalho: emprego está em falta, mas trabalho, tem muito! Há muita coisa a ser feita. Portanto, esteja disposto a trabalhar, a construir, a criar, a fazer o diferente!
  6. Bom humor: rir de si mesmo, tornar leve o ambiente. Lembre-se: as pessoas negativas, iluminam a sala quanto saem!
  7. Relacione-se: sua rede de contatos é o seu maior patrimônio. Mantenha-a ativa: compartilhe seus conhecimentos, aprenda com os de sua rede.
  8. Agradeça e reconheça: das indicações que receber até as críticas, seja grato! A gratidão devolve a você a energia que emitiu ao Universo. Envie as boas energias que você gostaria de receber.
  9. Ética: lembre-se de que você é responsável por suas escolhas. Pare de falar mal de empregos anteriores. De alguma forma, você permitiu que o que viveu estivesse ao seu redor, então, valorize suas escolhas ao invés de maldizer as experiências que teve.
  10. Aprenda: o verbo é aprender. Diz-se que quanto mais ensinamos, mais aprendemos. Aprenda com toda conversa, seja ela uma entrevista, ou quando aguarda sua vez. Tudo é aprendizado que poderá utilizar no futuro.
  11. Seja você: ser autêntico, ser verdadeiro. A virtude que mais separa o joio do trigo entre candidatos. Cada vez mais os processos seletivos serão mais rigorosos em contratar a pessoa certa e não somente a mais capacitada.
  12. Admita seus erros: os erros completam o aprendizado. Valorize-os. Muitos creem que errar é ruim. Mas só não erra quem não tenta; e nem tentar, é a pior das atitudes.
  13. Cuide do espírito: estar bem fisicamente é tão importante quanto espiritualmente. Lembre-se de como é prazeroso conversar com alguém com paz de espírito. Então, agora você já sabe como seu entrevistador gostaria de encontrá-lo(a).
  14. Pergunte sempre: mostre o interesse pela causa que motiva aquele lugar, procure descobrir como você poderia ser útil lá. Descubra se você se contrataria para a vaga a que se candidatou.

Bom, fica agora o convite para você compartilhar as suas dicas e enriquecer nosso aprendizado.

Forte abraço.


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Universidades Corporativas - o Valor da Educação para a Pátria!

Olá amigos e amigas!

Hoje, aproveitando o momento cívico de nosso 7 de Setembro, decidi escrever um post sobre as Universidades Corporativas e o valor que estas geram para nossa pátria.

Estamos em um momento em que a economia mundial apresenta sinais de que uma grande ruptura está prestes a ocorrer. Tenho plena certeza, de que o formato predador existente hoje será muito em breve substituído por outro mais coletivo, em que a comunidade será sim, o centro.

Em se tratando da sociedade brasileira temos uma realidade em que a cada dia, torna-se mais difícil atrair e reter bons profissionais. O sistema educacional brasileiro há muito apresenta sinais de que uma grande quebra de paradigmas precisa ser realizada em que todo o modelo precisa evoluir, curriculo, mestres, ambiente, tecnologia, participação da família, empresas, comunidade...

Neste cenário, empresas adotam a criação de modelos estruturados de desenvolvimento de competências estratégicas para o negócio e, estes passam a fornecer os conhecimentos e habilidades que elevam valor a todos os seus stakeholders. Estes modelos também são apresentados como Universidades Corporativas.

Uma universidade tradicional, possui como centro a formação filosófica e até profissional, tendo o indivíduo como centro, dentre outros elementos e métodos. Já uma Universidade Corporativa, tem missão e objetivos focados na estratégia do negócio e, neste critério, passa a complementar a formação, tendo a corporação como núcleo de seu trabalho.

Quando uma organização decide operar em um modelo estruturado como de uma Universidade Corporativa, além de entregar valor ao acionista, passa a retornar à comunidade pessoas melhor capacitadas, pois estas aprendem sobre valores corporativos que reforçam práticas da empresa diante da sociedade, práticas e técnicas em competências específicas, além de levarem consigo, conhecimentos que podem aplicar em seus lares como: redução de desperdício, consumo responsável, coleta seletiva, direção defensiva, inclusão social, cidadania, etc. Ou seja, áreas do conhecimento que nem sempre são bem exploradas pela escola tradicional que frequentaram.

Todos estes programas, podem ser realizados por curriculos propostos pelas Universidades Corporativas que, neste momento, passam a contribuir para a nossa pátria, pois ao entregar à sociedade cidadãos e cidadãs melhores do que quando as contrataram, seja dentro ou fora da organização, estes levam a educação que receberam e podem exercê-la na socidade.

Temos muito a fazer, sabemos disso, mas tenho muito orgulho de poder contribuir com a minha pátria através da Educação. Me orgulho em poder atuar na construção de um país mais justo e valioso, onde a paz e o conhecimento podem ser compartilhados.

Junte-se a nós e compartilhe seus conhecimentos! Pode ser até aqui neste blog, faça a sua parte!

Seja você a mudança que quer ver no mundo! (Madre Tereza de Calcutá)

Abraços.

sábado, 9 de julho de 2011

Você sabe usar o Linkedin?

Olá!


Como está a tua marca pessoal?


Tudo o que fazemos, dizemos, usamos, participamos, compartilhamos, etc. são componentes da marca pessoal. E com o uso das redes sociais, fica muito mais fácil de expandir a sua rede de contatos e é justamente sobre esta facilidade, o motivo deste post.



A rede social, Linkedin (www.linkedin.com) passa a ser uma grande vitrine profissional, onde você pode apresentar seu histórico profissional, educacional, preferências profissionais, etc.



Encontrei algumas reflexões no post de um importante autor americano, Art Petty (http://artpetty.com) e decidi dar a minha contribuição ao assunto. Assim, separei os usuários do LinkedIn nas categorias abaixo:






1 - Os "PAC-MAN":
Enviam convites a todos que encontram pela rede. Em geral, não te conhecem. Querem simplesmente te adicionar às suas redes para terem um número maior de conexões. Ou até conhecem, mas simplesmente clicam no botão de "enviar convite" e nem se dão ao trabalho de digitar uma mensagem para você. Fica claro que não estão interessados em compartilhar nada, somente querem ter seus os contatos para um fácil acesso futuro.
Agem como o personagem do game faminto por conexões...





2 - Os "Mendigos virtuais"

Há uma outra situação, que para mim, é um grande indicador de baixo valor de marca pessoal: ficar pedindo recomendações no Linkedin.
Uma recomendação é uma atitude de valor. Ela transfere valor de quem recomenda para o recomendado. Pedir isso, é semelhante a pedir um presente a alguém. Você pode até ganhar o presente pedido, mas ele não tem a mesma energia de que se o recebesse espontaneamente.

Sem contar os pedidos de recomendações de pessoas que nunca trabalhamos juntos, ou outras que se até trabalhamos na mesma empresa, nunca construímos algo juntos, às vezes nem mesmo almoçamos juntos!! Ou seja, não temos a menor condição de recomendá-las a alguém.




3 - Os "Ambulantes virtuais":

Nesta categoria, incluo aqueles que usam o Linkedin para ficar enviando propagandas de suas empresas, serviços, etc. Recebemos todo tipo de mensagens: avisos de promoções, pedidos (cheio de erros de digitação) de compra de serviços, etc.
Há meios de divulgação de produtos e serviços, e é claro, as redes sociais são um importante veículo. Contudo, via linkedin, os participantes estão interessados em conexões profissionais, visibilidade de competências, busca de trabalho, etc... Dar uma de ambulante nesta rede social pode trazer menos clientes do que você imagina, aliás, pode até reduzir a reputação, caso o objetivo seja diferente do que os membros buscam.


O consultor americano, Art Petty, sugere algumas dicas para o bom uso do LinkedIn e que creio, pode ajudar a sua marca pessoal:

  1. Sempre envie um convite personalizado! Se você está interessado em conhecer outra pessoa, apresente-se corretamente!
  2. Sempre estabeleça o contexto! Se você está convidando alguém em que conhece ou conheceu recentemente em um evento, por exemplo, use alguns poucos segundos e diga algo! Ajude esta pessoa a lembrar-se de onde estiveram juntos, trabalharam, conversaram, etc. Descreva um importante motivo para vocês se conectarem.
  3. Mostre sua vontade de servir como parceiro de uma rede de valor.
E aqui, adiciono as minhas:
  • Crie recomendações às pessoas de forma genuína e desinteressada. Mostre que você realmente conhece o talento desta pessoa e que tem prazer em apresentá-lo à sua rede.
  • Compartilhe boas dicas com a sua rede. Mostre o seu interesse em participar e contribuir para o crescimento intelectual e social de todos. 
  • Cuide com respeito da sua rede. São pessoas que de alguma forma, confiam em você e aceitaram acompanhar suas atualizações no LinkedIn.
Lembre-se: não é a quantidade de conexões, e sim, a qualidade de sua rede o importante. E como se diz no ditado: "diga-me com quem andas, que te direi quem és", permita-me adaptá-lo para estes novos tempos de midias sociais para: "mostre-me quem te segue, que te direi o valor da tua rede".

Reflita sobre como você usa o Linkedin atualmente e talvez isso te ajude a entender como está a sua marca pessoal.

Se você tiver novas dicas, fique à vontade para adicionar nos comentários deste post.

Abraços.